Tecnologia Natural
Por nós, autores | Sexta-feira, 08 Maio , 2009, 22:40

A madrepérola é constituída por carbonato de cálcio (95%) e moléculas orgânicas (5%). O seu comprimento é variável e é isso que confere resistência à madrepérola (o carbonato de cálcio é quebradiço). Esta variação torna o bivalve 3000 vezes mais duro que originalmente.

                                                     

Em vez do carbonato de cálcio, os cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley nos Estados Unidos, utilizaram a alumina, obtida pelo congelamento de partículas de óxido de alumínio suspensas em água salgada. Em substituição das moléculas orgânicas, a solução foi a adição de um polímero PMMA (polimetilmetacrilato). Esta combinação tem como resultado uma cerâmica 300 vezes mais dura que os seus elementos constituintes. 

 

 


Por nós, autores | Segunda-feira, 27 Abril , 2009, 09:37

   A verdadeira história do desenho da Torre Eiffel começou quase 40 anos antes de sua construção.
   O anatomista Hermann von Meyer em 1850 estudou a junção da anca. Ele estava particularmente interessado na forma da cabeça do fêmur, que fornece uma ampla gama de movimentos. Ele observou também que a cabeça femoral era composta por uma minúsculo conjunto de ossos chamados ossos trabeculares.



   Cullman trabalhou projectando grandes guindastes, e viu imediatamente que as trabéculas estavam mais concentrada nas zonas de maior tensão do fémur. Vendo o trabalho disse, "Esta é a minha grua!" . Concluindo que o fémur foi perfeitamente moldada para suportar uma carga excêntrica.

 

   20 anos mais tarde, durante a concepção da famosa torre, Maurice Koechlin, arquitecto assistente de Eiffel, foi inspirado por este estudo de Cullman.
 

   O fémur, a fonte de inspiração para a torre tem uma forma alongada do tubo interno e um fuso, ou seja, próximo à metade e expandida nas extremidades, o que proporciona a flexibilidade e leveza desse pedaço de osso, sem que perca força. Todos os edifícios que se inspiram nesta estrutura possuem uma grande flexibilidade e força, e a Torre Eiffel é o mais famoso exemplo.

 

sinto-me:
música: Start Stop Nature - dEUS

Por nós, autores | Domingo, 15 Março , 2009, 15:55

Inspirada no Peixe-Cofre, que possui grandes linhas de fluidos hidrodinâmicas, a Mercedes constrói um carro biônico que é, não só aerodinâmico, seguro, confortável e ambiental, mas também compatível com um conjunto formal e estrutural. Também inspirada nos ossos do peixe-cofre, a Mercedes-Benz conseguiu diminuir o peso da carroçaria, sem perder a segurança e resistência do carro.

O carro biônico mede 4,24 metros e é o primeiro modelo na proporção 1:4. Tem espaço para quatro pessoas mais bagagem. O motor diesel de injecção directa de 140 cavalos é feito com a tecnologia SCR (Redução Catalítica Selectiva) em velocidade constante de 90km.

 


Por nós, autores | Quarta-feira, 11 Março , 2009, 15:40

 

Muitas borboletas utilizam a interacção entre a luz e as suas pequenas estruturas para produzirem as suas cores. Assim surge um novo modelo de produção natural de princípio de coloração com valiosas propriedades.
A cutícula sobre as asas dessas borboletas são compostas por pequenos tamanhos e transparentes estruturas que, em vez de estaticamente absorverem e reflectirem certos comprimentos de onda fazendo leves pigmentos e corantes, selectivamente anulam-se através de determinadas ondas de cores, reflectindo a sua interferência, enquanto outras, dependendo da estrutura e da distancia exacta entre as difracções das camadas. Este sistema de produção de cor permite o controlo da interacção entre a dinâmica de luz e fluxo de onda.
A partir desta propriedade o Homem imitando-a, criou uma alta performance electrónica que exibe cores a diferentes distâncias de luz interagindo por camadas (por exemplo, para usos de telemóveis ou mp3, que podem alterar as cores rapidamente e estas permanecerem vislumbrantes mesmo em baixas condições de luz, requerendo menos energia que outros métodos de visualização electrónica.
A empresa Qualcomm utiliza esta propriedade nas suas tecnologias denominadas de MirasolTM.  

Por nós, autores | Segunda-feira, 09 Março , 2009, 09:40

 

Com o tamanho de uma mão feminina, foi criado um robô inspirado nas lagartixas capaz de andar normalmente no tecto. Assim, o aparelho pode ser usado para verificar danos em naves espaciais.
O robô contem duas roldanas separadas por um eixo onde se instalaram circuitos que respondem aos comandos remotos. Cada uma das rodas tem três pontos de contacto com a parede, onde o sistema electrónico de fixação age. Então, o robô tenta “imitar” o sistema de fibras microscópicas usadas pelas ventosas das lagartixas.
 
Nas lagartixas existe uma forma de atracção que se dá entre os dedos da lagartixa e a superfície. Atrás de cada dedo, tem umas placas dispostas umas em cima das outras, formando pequenas almofadas adesivas.
Para aumentar o poder de adesão, as lagartixas bloqueiam uma rede de vasos sanguíneos que estão ligados aos seus pés, o que faz que quando estas fazem força nos pés para se moverem, este se expandem apertando as almofadas dos pés contra a parede, melhorando ainda as suas escaladas.

 


Por nós, autores | Domingo, 08 Março , 2009, 21:37

 

O sensor CCD (Charge Coupled Device), inventado na década de 70, teve importante papel no funcionamento da câmara digital. Este dispositivo converte fotões em electrões tornando-se dessa maneira fotossensível. A sua tecnologia é baseada no olho humano de forma a este ser reproduzido electronicamente.
No olho humano temos como células fotossensíveis os cones e bastonetes. Os cones são responsáveis pela percepção de cores básicas correspondendo a aproximadamente 7 milhões de células do nosso olho. Já os bastonetes, espalhados por toda a retina, são responsáveis pela percepção de profundidade e movimento correspondendo a aproximadamente 120 milhões de células presentes no olho humano. O CCD imita o funcionamento dos cones e bastonete para percepção de cores e profundidade, alem disso, a lente do CCD é inspirada no cristalino humano.
(Como o olho converte as cores)
O olho humano contém células fotossensíveis que recebem radiação electromagnética que fazem uma amostra do espectro em 3 pontos de faixa visível. Estes 3 pontos podem ser divididos pelas 3 cores básicas (vermelho, verde e azul) do espectro. Este é processado num vector e enviado para o cérebro.

 


Por nós, autores | Segunda-feira, 02 Março , 2009, 09:12

A folha de lótus é coberta por milhares de cristais de cera microscópicos que impedem a acumulação de substâncias estranhas. A aderência entre o ar e a água (gases - líquidos) é muito menor que a aderência entre a água e a superfície da folha (líquidos - sólidos). Os pequenos altos reduzem 95% a área de contacto entre a água e a superfície da folha, o que permite que a auto-atracção da molécula polar da água se evidencie e que se formem as gotas esféricas. A aderência destas às partículas sujas é grande, o que leva as gotas a rolarem e a levarem a sujidade com elas. Ampliando macroscopicamente, é visível que a gota de água se equilibra sobre os minúsculos altos e cai.

Esta tecnologia natural inspirou a criação de superfícies e tintas auto-limpantes. Em meados da década de 1990, Wilhelm Barthlott, pesquisador da Universidade de Bonn, na Alemanha, patenteou a aplicação técnica do “efeito lótus”. O primeiro produto a aparecer no mercado a imitar esta técnica foi a tinta para fachadas Lotusan, em 1999. A tinta é à base de silicone, revestida de dióxido de titânio, tornando a superfície hidrofóbica, o que garante a repelência da água e a limpeza. Apesar destas excelentes propriedades, o dióxido de titânio é fotorreactivo. A solução para este problema foi encontrada por cientistas do Instituto de Tecnologia Industrial de Singapura, que criaram uma camada orgânica-inorgânica que fica entre a tinta e o revestimento de dióxido de titânio. Esta camada serve como ligante das partículas de dióxido de titânio e evita que as partículas mais reactivas ataquem a superfície da tinta. Assim, torna-se uma tinta segura para ser usada em qualquer lugar, mesmo em hospitais.

Usando esta tecnologia, o GreenShield™ (acabamento de tecidos) é anti-bactérias e micróbios, sem lançar para a atmosfera químicos prejudiciais ao ambiente. Existem também telhas auto-limpantes.


Por nós, autores | Quinta-feira, 19 Fevereiro , 2009, 21:33

O morcego emite sons que, ao interceptarem um obstáculo, ecoam de volta ao morcego. Este é capaz de ouvir e reconhecer os ecos de alta-frequência reflectidos. Determina assim a distância a que se encontra do obstáculo. É assim que o morcego consegue capturar insectos. Os golfinhos e as baleias usam também este método para se orientarem.

 Esta tecnologia tem aplicação nos radares e sonares, que funcionam da mesma forma.

 


Por nós, autores | Quinta-feira, 19 Fevereiro , 2009, 21:16

 

    Platelets é um meio inovador para a vedação de escoamento de fluidos. Esta inovação trás aplicações muito úteis, tais como em oleodutos e outros sistemas de infra-estruturas.
    O platelets são partículas flutuantes livres que ao injectados na infra-estrutura para o local de escoamento, aí, as partículas unem-se, isolando a estrutura danificada.
    Este inovador conceito baseia-se no método utilizado pelo corpo humano na cura de feridas e pode ser influência de uma larga variedade de aplicações defluxo de fluido.
    Platelets é seleccionado dependendo das condições, dentro do sistema, tais como a pressão, temperatura, tipo de fluidos, etc. mas normalmente reúnem as características necessárias apara oleodutos e gasodutos. Esta tecnologia é uma solução de baixo risco, pois mão revela nenhum efeito negativo sobre o sistema de infra-estruturas ou a transportadora de fluido.
 
 

 

 

http://www.brinker-technology.com/page.php?tl_id=31

 

 


Por nós, autores | Segunda-feira, 02 Fevereiro , 2009, 16:55

Fastskin é um tecido desenvolvido pela Speedo baseado nas propriedades da pele do tubarão, considerado o mais rápido animal marinho. A pele do tubarão é coberta por escamas do mesmo material dos seus dentes. Existe uma área do seu corpo em que as escamas têm a forma de um V, que permite uma menor resistência entre a água e o corpo do tubarão e, portanto, um menor atrito. Esta característica confere ao tubarão maior fluidez e eficácia ao nadar, conseguindo nadar mais com menos energia.O tecido Fastskin imita a pele do tubarão, sendo a sua estrutura formada por micro sulcos em V, que fazem a água escorrer para fora, localizados na superfície exterior do fato. Este material foi desenvolvido para nadadores profissionais com o objectivo de criar maior hidrodinâmica entre a pele e o nadador (o fato é mais eficaz que a pele humana em contacto com a água).

 


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